Combustíveis na refinaria nacional reduzem a defasagem negativa com relação ao preço internacional

RIO – De acordo com a atualização mais recente, em 6 de julho de 2020, o preço médio do diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,16/litro (ou 8,5%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA). Contribuiu para o resultado, o aumento de 6,8% no preço internacional do diesel, com relação ao preço da semana anterior (29/6), e a redução de 2,4% na taxa de câmbio (R$/US$). Em 2 de julho, a Petrobras realizou ajuste de 6% no preço de refinaria do diesel.

Veja o histórico dos últimos 12 meses no gráfico abaixo:

Na média semanal (de 29 de junho a 6 de julho), o preço do óleo diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,18/litro (ou 9,6%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA).

O preço da gasolina doméstica ficou R$ 0,26/litro (ou 14,3%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA), em 6 de julho. O resultado teve influência do aumento do preço internacional da gasolina em 4,8%, com relação à semana anterior, e da variação da taxa de câmbio, citada acima. O preço da gasolina a refinaria nacional, também, foi reajustado pela Petrobras no dia 2 de julho, em 3%. Em 8 de julho, a Petrobras realizou novo aumento no preço da gasolina, desta vez de 5%, no entanto o efeito desse ajuste só será analisado na próxima semana.

Acompanhe a variação nos últimos 12 meses:

Na média semanal (de 29 de junho a 6 de julho), o preço da gasolina na refinaria nacional ficou R$ 0,29/litro (15,6%) abaixo do preço do Golfo do México (EUA).

Na semana em análise, os preços barril de petróleo foram influenciados pelo acordo dos membros da OPEP+ em prorrogar os cortes de produção até o final de julho. Em abril, a OPEP e os países aliados pactuaram um corte de oferta de 9,7 milhões de barris por dia entre maio e junho para apoiar os preços, em razão da pandemia do coronavírus. Especulações reforçam que a OPEP+ pode estender o atual acordo de restrição de produção por mais três meses.

O preço do petróleo, também, teve a influência de dados positivos do mercado de trabalho nos Estados Unidos (EUA). Espera-se que a redução do desemprego no país possa antecipar um aumento do consumo de petróleo. Além disso, houve o impulso do crescimento das importações chinesas, que atingiram uma máxima histórica em maio.

Veja a variação anual.

(Fonte: CBIE)

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