Gasolina e diesel na refinaria nacional abaixo do preço na referência internacional

RIO – De acordo com a atualização mais recente, em 21 de setembro de 2020, o preço médio do diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,10/litro (ou -5,9%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA). O resultado teve influência do aumento do preço internacional do diesel em 1% com relação ao preço da semana anterior (14/9), e a elevação de 3,2% da taxa de câmbio (R$/US$). Não houve ajuste no preço do diesel na refinaria nacional no período em análise.

Veja o histórico dos últimos 12 meses no gráfico abaixo:

Na média semanal (de 14 a 21 de setembro), o preço do óleo diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,08/litro (ou -4,7%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA).

O preço da gasolina doméstica ficou R$ 0,29/litro (ou -15,3%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA), em 21 de setembro. O resultado deve-se ao aumento de 5,2% no preço internacional da gasolina, com relação à semana anterior, e à variação da taxa de câmbio, citada acima. O preço da gasolina na refinaria nacional também não foi ajustado no período. A Petrobras elevou o preço da gasolina em 4% a partir do dia 23 de setembro, mas o efeito desse ajuste será verificado na próxima semana.

Acompanhe a variação nos últimos 12 meses:

Na média semanal (de 14 a 21 de setembro), o preço da gasolina na refinaria nacional ficou R$ 0,25/litro (ou -13,2%) abaixo do preço do Golfo do México (EUA).

Na semana em análise, os preços do petróleo foram influenciados pela preocupação com o aumento dos casos de coronavírus (COVID-19) na Europa, o que eleva os temores de que novas medidas de restrição à atividade econômica sejam estabelecidas, impactando a recuperação da economia global e causando nova redução da demanda pela commodity. Somou-se a isso, a perspectiva de que a produção de petróleo da Líbia volte ao mercado.

Por outro lado, os preços tiveram o impulso da ênfase dada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) à importância do cumprimento total dos cortes na produção. Em reunião mensal, a Opep+ abrandou a redução de cortes de produção de 9,7 milhões de barris por dia (b/d) para 7,7 milhões de b/d, a partir de agosto. O grupo, também, afirmou que os países que não cumpriram os cortes anteriormente deveriam compensar o excesso de produção.

Veja a variação anual.

(Fonte: CBIE)

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