Na primeira semana após nova política, preço do diesel nacional já está abaixo do mercado internacional

RIO – Na primeira semana após o anúncio da Petrobras de sua nova política de preços de reajuste do óleo diesel, o preço do combustível nas refinarias nacionais já está R$ 0,01/litro abaixo do preço no Golfo do México/EUA, de acordo com a atualização mais recente feita no último dia 1. Nesta data (01/04), o preço do diesel na refinaria nacional não foi reajustado e permaneceu em R$ 2,1432/l (sem CIDE e PIS/COFINS) enquanto o preço no Golfo subiu para R$ 2,1498/l.

Os preços de produtor no mercado nacional que mantinham o patamar acima da flutuação do mercado internacional desde o início do ano, já sofrem os efeitos da nova política. Veja a variação nos últimos 12 meses no gráfico abaixo:

O preço do óleo diesel está R$0,01/litro abaixo do preço do Golfo do México (EUA). Veja a variação anual. (Fonte: CBIE)
O preço do óleo diesel está R$0,01/litro abaixo do preço do Golfo do México (EUA). Veja a variação anual. (Fonte: CBIE)

Acompanhe os dados do mercado aqui!

Já o preço da gasolina nas refinarias nacionais estava, em 01/04, R$ 0,25/litro abaixo do preço no Golfo do México (EUA). Nesta data, o preço da gasolina na refinaria nacional não foi reajustado e permaneceu em R$ 1,8326/l (sem CIDE e PIS/COFINS) enquanto o preço no Golfo caiu para R$ 2,0813/l. A gasolina tem estado em situação oposta ao óleo diesel e tem mantido preços abaixo do mercado internacional desde fevereiro. Acompanhe a variação nos últimos 12 meses:

O preço da gasolina está R$0,25/litro abaixo do preço do Golfo do México (EUA). Veja a variação anual. (Fonte: CBIE)
O preço da gasolina está R$0,25/litro abaixo do preço do Golfo do México (EUA). Veja a variação anual. (Fonte: CBIE)

Acompanhe o balanço completo mensal no Relatório Energia Em Foco.

O Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) atualiza semanalmente o gráfico da defasagem entre os preços do mercado brasileiro e as tarifas praticadas no mercado internacional com base nos dados fornecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês).

(Fonte: CBIE)

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