Preço do diesel e da gasolina na refinaria nacional estão abaixo da paridade internacional

RIO – De acordo com a atualização mais recente, em 15 de junho de 2020, o preço médio do diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,18/litro (ou 10,8%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA). O resultado deve-se ao aumento de 4,1% no preço internacional do diesel, com relação ao preço da semana anterior (8/6), e ao aumento de 5,2% na taxa de câmbio (R$/US$). Não houve ajuste no preço doméstico do diesel na refinaria, durante a semana em análise. O último ajuste no preço do diesel realizado pela Petrobras foi em 27 de maio.

Veja o histórico dos últimos 12 meses no gráfico abaixo:

Na média semanal (de 8 a 15 de junho), o preço do óleo diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,09/litro (ou 5,3%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA).

O preço da gasolina doméstica ficou R$ 0,22/litro (ou 13,3%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA), em 15 de junho. O resultado teve influência da redução de 1,1% no preço internacional da gasolina, com relação à semana anterior, e da variação da taxa de câmbio, citada acima. A Petrobras aumentou em 10% o preço da gasolina na refinaria, a partir de 9 de junho.

Acompanhe a variação nos últimos 12 meses:

Na média semanal (de 8 a 15 de junho), o preço da gasolina na refinaria nacional ficou R$ 0,16/litro (10%) abaixo do preço do Golfo do México (EUA).

Nesta semana, os preços do petróleo tiveram a influência da expectativa de melhoria da previsão de demanda pela Agência Internacional de Energia (AIE) com o apoio de cortes recordes na oferta, dado o apoio da OPEP+. Tais dados compensaram temores de que uma nova onda de coronavírus possa desacelerar, ainda mais, a economia global. Houve a notificação de novos casos de COVID-19 na China, nos EUA e no Japão, trazendo o receio de recaída na reabertura da economia dos países. Em função disso, o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, declarou que o presidente Donald Trump estava determinado a não fechar a economia dos EUA novamente devido a uma nova onda nos casos de COVID-19, apesar de os governadores terem autonomia para tal decisão.

Veja a variação anual.

(Fonte: CBIE)

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