Qual o motivo da baixa qualidade das rodovias brasileiras?

A qualidade do asfalto produzido e utilizado no Brasil não é a causa dos inúmeros problemas associados ao cenário da pavimentação de estradas e rodovias. A falta de manutenção adequada e o mau planejamento e execução é que são os responsáveis pelas irregularidades enfrentadas diariamente, por quem utiliza este modal.

Até quando vão as obras de Transposição do rio São Francisco?

Em obras há 12 anos, os 477 quilômetros da transposição do Rio São Francisco (Figura 1) ainda não estão prontos. Prevista para ser inaugurada em 2012 e remarcada para 2016, ainda hoje a empreitada está inconclusa, e a melhor previsão de conclusão é para meados de 2020. A demora na conclusão do Eixo Norte do Projeto São Francisco se arrasta desde 2016, após diversas paralisações por problemas jurídicos com empreiteiras e dificuldade financeira. Desde então, o Governo Federal já adiou por, pelo menos, sete vezes a finalização das obras. E o pior, o suprimento de água de maneira abundante no semiárido brasileiro ainda custará mais R$ 1,4 bilhão para ser finalizada, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional.

Como o Metrô funciona?

O metropolitano, mais conhecido como metrô, é um meio de transporte de passageiros que circula sobre trilhos (Figura 1) e interliga estações, em diferentes pontos da cidade, facilitando e agilizando o tempo desprendido para locomoção da população urbana. A maioria dos metrôs são subterrâneos, mas podem ser terrestres ou elevados, a depender da fisiografia do terreno abordado no projeto.

Como as Plataformas se fixam no Mar

Em um campo de produção offshore, a disposição de uma unidade flutuante e a delimitação do seu posicionamento – chamado passeio – é feito basicamente de duas maneiras: por sistema de posicionamento dinâmico (Dynamic Positioning – DP) ou pelo sistema de amarração por linhas de ancoragem, que são utilizados de acordo com o tipo de embarcação, profundidade e tempo de estadia.

Como é feito o Comissionamento de Unidades Offshore?

O comissionamento de unidades offshore é um processo que consiste na aplicação de um conjunto de conhecimentos, técnicas e procedimentos que irão garantir a operacionalidade, dentro dos parâmetros de desempenho elaborados, que irão ser repassados da executante do projeto de comissionamento para o usuário final, de forma segura e ordenada, certificando sua operação com qualidade, desempenho e confiabilidade de equipamentos e informações. Ou seja, é repassar ao cliente o empreendimento solicitado, desde que esteja devidamente verificado, inspecionado e testado, desde equipamentos, módulos, subsistemas e sistemas operacionais.

Como se aposentam as plataformas?

As plataformas de petróleo antigas acabam se tornando uma espécie de “elefante branco” para as petroleiras após algumas décadas em operação. Um processo altamente especializado chamado de descomissionamento é utilizado para aproveitar as partes reutilizáveis destas unidades de produção obsoletas e dar um fim ambientalmente apropriado para as sucatas, como mostrado na Figura 1. Nos dias de hoje, com muitas das nossas plataformas nestas condições, esse é um tema extremamente importante, pois estamos no início de um longo período em que este trabalho terá que ser feito.

Como se faz a Recuperação de Campos Maduros?

Revitalizar um campo significa tomar medidas que aumentem o valor extraído do campo além da expectativa original. Campos maduros são aqueles que, após atingirem o pico de produção, estão em um estado de produção em declínio e se aproximando o fim de suas vidas produtivas. Maximizar a produção de campos e estender o período de produção com vazão estável são as prioridades das empresas de exploração e produção.

Como é feita a Distribuição de Etanol?

A distribuição é um segmento da cadeia de etanol de grande importância para o biocombustível, produzido no Brasil a partir de cana-de-açúcar, recolhendo o produto das usinas produtoras. As distribuidoras armazenam os grandes volumes e organizam logisticamente a entrega aos postos de abastecimento. Além dos caminhões-tanque, o transporte de etanol pode ser feito em grandes quantidades para terminais primários de estocagem e distribuição através de “etanoldutos”. Em geral, grandes destilarias especializadas em etanol estão conectadas a estas redes de distribuição, como o exemplo da empresa Logum apresentado na figura abaixo, a partir da qual o combustível é transportado por meio de caminhões-tanque ou por dutos menores para bases de armazenamento secundárias, mais longe dos centros de produção. A capilaridade do mercado de etanol e a segurança de suprimento fica assim assegurada.

Como é produzido e para que serve o GLP

O Gás Liquefeito de Petróleo ou GLP tem esse nome porque é resultado de um processo de liquefação que ocorre em uma refinaria de petróleo, de onde são extraídos dois hidrocarbonetos (moléculas de carbono e hidrogênio) leves, em uma mistura específica. Estes dois hidrocarbonetos são o propano e o butano, que passam por processo de compressão e transformação de gás em líquido é mais fácil e barata. Quimicamente, o GLP é uma mistura de gases condensáveis – que podem passar ao estado líquido – e que estão presentes em pequenas quantidades no gás natural ou dissolvidos no petróleo, este último a sua principal fonte de obtenção. Tanto o propano e quanto o butano são obtidos principalmente no processo de destilação fracionada do petróleo, conforme mostrado na Figura 1:

O que são Indústrias de Redes?

Indústrias de rede são aquelas nas quais a geração de valor de sua operação é criada e compartilhada por todos os membros de uma rede, e não por empresas individuais, e que economias de escala derivam do tamanho da rede – não da empresa.

O que é o Novo Mercado de Gás?

O Novo Mercado do Gás é um programa coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, desenvolvido em conjunto com Ministério da Economia, ANP, EPE e CADE, para a formação de um setor aberto, dinâmico e competitivo.

Quanto o Brasil consome de Gás Natural?

Em 2018, o Brasil produziu 111,9 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), o que excluindo o consumo nas unidades de E&P, totalizou um consumo final de 98,2 m³/d, deixando o país na 27ª posição no ranking global, conforme observado na Tabela 1. Para um país com o tamanho e mercado como o Brasil, com a quinta maior população do mundo, este ainda é um consumo final não muito grande. Isto se explica em parte pela larga extensão do país e alto custo de construção gasodutos terrestres, além de uma produção relativamente incipiente. Mas com o Pré-sal é possível que o quadro mude.