Preços dos combustíveis na refinaria nacional permanecem abaixo da paridade internacional

RIO – De acordo com a atualização mais recente, em 22 de junho de 2020, o preço médio do diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,20/litro (ou 11%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA). Contribuiu para o resultado o crescimento de 8,7% no preço internacional do diesel, com relação ao preço da semana anterior (15/6), e o aumento de 0,7% na taxa de câmbio (R$/US$). Em 19 de junho, a Petrobras elevou o preço do diesel na refinaria em 8%.

Veja o histórico dos últimos 12 meses no gráfico abaixo:

Na média semanal (de 15 a 22 de junho), o preço do óleo diesel na refinaria nacional ficou R$ 0,24/litro (ou 13,2%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA).

O preço da gasolina doméstica ficou R$ 0,31/litro (ou 16,9%) abaixo do preço no Golfo do México (EUA), em 22 de junho. O resultado teve influência do aumento de 10% no preço internacional da gasolina, com relação à semana anterior, e da variação da taxa de câmbio, já citada. A Petrobras aumentou em 5% o preço da gasolina na refinaria a partir de 19 de junho.

Acompanhe a variação nos últimos 12 meses:

Na média semanal (de 15 a 22 de junho), o preço da gasolina na refinaria nacional ficou R$ 0,30/litro (16,8%) abaixo do preço do Golfo do México (EUA).

Nesta semana, os preços do petróleo influenciaram positivamente os preços dos seus derivados (gasolina e diesel) no mercado internacional. O preço do petróleo teve a influência do anúncio de comprometimento de Iraque e Cazaquistão de melhor adesão ao corte de produção proposto pela OPEP+. Também deu fôlego às cotações, o aumento gradual da demanda à medida em que as economias em todo o mundo reabrem. Nesse sentido, ainda, houve o impulso da recuperação da economia norte-americana. Por outro lado, limitaram os ganhos o crescimento dos estoques de petróleo dos Estados Unidos, que chegaram a níveis recordes. Ademais, o mercado permanece preocupado com a possibilidade de estagnação da recuperação econômica global por conta da disseminação contínua do novo coronavírus nos Estados Unidos e América Latina, além de novos casos na China.

Veja a variação anual.

(Fonte: CBIE)

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